Páginas

Proporcionar ferramentas para ampliar conhecimento quanto a inclusão de pessoas com deficiência na educação física escolar e esportes, onde a partir da apropriação desse conhecimento através de artigos e informações se possibilite à acadêmicos e profissionais melhor atuação.

domingo, 3 de outubro de 2010

Experiência na Disciplina de Informática Aplicada à Educação Física



Petrília e Noadias

A Informática Aplicada à Educação Física é na verdade um suporte a mais para práxis docente, na qual compreende-se que as aulas de Educação Física Escolar não se resume em práticas esportivas e atividades físicas desvinculadas de preceitos e conhecimento científico, onde o desenvolvimento intelectual esteja vinculado ao desenvolvimento cultural, ético, físico, a aquisição de responsabilidade social no exercício de cidadania e ao conhecimento das novas tecnologias educacionais que podem contribuir no processo de formação acadêmica e docente.




Rosenilda e Simone






Equipe Esportes Adaptados

Educação Física adaptada para pessoas portadoras de necessidades visuais especiais

Imagem disponível neste
LINK 

Profª Michele Pereira de Souza
michelepereira22@yahoo.com.br
(Brasil)
RESUMO

O artigo visa definir o termo deficiência visual com intuito de a partir, desse ponto inicial compreender o que podemos considerar como limitações e atribuições de pessoas com essa deficiência. Segundo TELFORD & SAWREY (1988), para as pessoas com deficiência visual a construção do esquema corporal através do toque e diálogo verbal com pais são elementos de suma importância para construção de imagens, construção do pensamento e consciência do próprio corpo. Se a mobilidade se dá através da consciência de um corpo e suas funções, potencialidades e limitações, é necessário que a família e escola contribua com essa conscientização e apropriação desse saber para garantir desenvolvimento da criança dentro dos espaços que se inseri. O objetivo desse artigo é demonstrar que a educação física adaptada pode contribuir significativamente para a inclusão da criança e adolescente na escola e sociedade, possibilitando a integração do educando com os esportes e atividades físicas diversas adaptadas para garantir os direitos dos deficientes visuais à prática dessas atividades e esportes. Conclui-se que as práticas corporais realizadas na educação física adaptada servem para aprimorar os sentidos, trabalhar a auto-estima e ampliar a concepção de espaço e sociedade para as crianças com deficiência visual.


Palavras Chave: Educação Física Adaptada, Esquema Corporal e Deficiência Visual.

Para acessá-lo basta clicar neste LINK


Apontamentos sobre aulas de Educação Física adaptadas para surdos

Imagem disponível neste LINK
Giseli Santos Dalpiaz*
Marcelo Gonçalves Duarte**

RESUMO

Enfatizar o significado de inclusão não garante que haja transformação social, por muitas vezes não haver um conhecimento profundo da resistência que todo um sistema oferece em contrapartida. A convivência diária com realidade antagônica nas escolas faz perceber que a escola e seus agentes necessitam de aperfeiçoamento para incluir alunos com deficiência em seu programa de atividades e propostas pedagógicas. As aulas de Educação Física escolar são meios de integrar alunos e professores com naturalidade no processo de inclusão social. Objetivo - se no artigo, emissão de hipótese sobre o assunto de descriminação e inclusão, explicitar as idéias, fundamentando o assunto inclusão de alunos surdos em aulas de educação física. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica o quanto o processo de inclusão do aluno surdo em aulas de Educação Física Adaptada e seus benéficos, de suma importância para o desenvolvimento pleno do educando e como forma de proporcionar a integração com a comunidade escolar através da atividade física, conforme dito anteriormente, meio pelo qual se interage com naturalidade despertando à valorização e respeito aos alunos com deficiência auditiva. Nessa perspectiva, podemos concluir que é de fundamental importância para os alunos surdos estarem incluídos nas aulas de Educação Física de forma igual. Devendo ser proporcionado aos mesmos tudo que possível for para obterem uma educação de qualidade e igualdade de direitos.

Palavras Chave: Surdos. Educação Física. Inclusão.

Para acessá-lo basta clicar neste LINK





sábado, 2 de outubro de 2010

Fatores que influenciam a adesão de deficientes motores e deficientes visuais a pratica desportiva

Símbolos para deficiências na trajetória inclusiva LINK

Wellington Costa Moreira*
Ricardo José Rabelo**
Alexandre Henriques de Paula***
Daniella Oliveira Cotta****


RESUMO


O artigo trata inicialmente de um resgate histórico desde 1958, onde os deficientes motores e visuais tiveram pela primeira vez no Brasil, oportunidade oficial da prática esportiva. Considerando que a preocupação era com a popularização do desporto e não apenas com a adaptação dos esportes e inclusão do referido grupo de pessoas. objetivou-se identificar os fatores que influenciam na adesão de deficientes motores e visuais a prática desportiva. A metodologia utilizada foi de pesquisa de campo através de questionários e entrevistas onde se analisou os dados a apresentá-los de forma estatística descritiva. Pode-se concluir que para a maioria dos entrevistados os fatores externos são responsáveis por apresentar empecilhos a práticas desportiva desse grupo de pessoas.


Palavras Chave: Programa de Atividades Físicas Adaptadas e Portadores de Deficiências Especiais.


Para acessá-lo basta clicar neste LINK

Educação física, jogo e deficiência mental



Profª Ms. Valéria Manna Oliveira
Universidade Federal de Uberlândia
Dr. Edison Duarte
Universidade Estadual de Campinas

RESUMO


Este texto trata-se de reflexões feitas acerca da importância do jogo na atividade humana, voltando-se para a implementação de intervenção pedagógica do jogo para a pessoa com deficiência mental. Para que se possa refletir sobre o jogo na Educação Física escolar, o autor buscar esclarecer as abordagens de estudiosos tais como, abordagem construtivista segundo Piaget e sócio-histórica segundo Vygotsky. O autor diz que segundo Piaget (1978) o jogo é uma atividade regida por regras.
O uso de objetos de acordo com sua finalidade própria, para obter resultados reais, em vez de somente figurá-las na imaginação, opera uma situação de transição entre a ação com objetos concretos e com significados. E Vygotsky (1991) indica que o jogo facilita o desenvolvimento da imaginação e da criatividade, destaca que a imaginação nasce do jogo; para ele o jogo é de origem social.
A criança com deficiência mental pode através de aulas de Educação Física se desenvolver, por meio de atividades que possam ser adaptadas.
Este trabalho tem como objetivo refletir sobre a utilização dos jogos na prática pedagógica do professor de Educação Física nas aulas com pessoas com deficiência mental.
A pesquisa é observacional e bibliográfica, tratando da importância dos jogos como instrumento de desenvolvimento para as pessoas com deficiência mental.
Conclui-se então que o jogo, tratado de forma pedagógica contribui para nas aulas de Educação Física para as crianças com deficiência, através de atividades que extinguem a imaginação, possibilitem diversas experiências de forma menos mecânica.


Artigo disponível neste  LINK


Educação Física Adaptada, uma prática de possibilidades no contexto escolar




Thaís Aguiar Ferreira de Melo*
Alessandro de Freitas**
(Brasil)


RESUMO

 
O artigo trata de alguns aspectos importantes para a prática pedagógica do professor de Educação Física na inclusão de pessoas com deficiência, percebendo que este é o maior fator limitante da inclusão destas pessoas com deficiência por falta de conhecimento sobre a Educação Física Adaptada, ou mesmo sobre a dinâmica da escola. O objetivo deste artigo é compreender o significado da Educação Física Adaptada, suas contribuições para a Educação Física escolar e a possibilidade de inclusão de pessoas com deficiência através da mesma. A pesquisa então sugere alguns meios de como o professor incluir os alunos com deficiências nas aulas de Educação Física, sabendo que esta é uma prática que contribui para o desenvolvimento dos aspectos cognitivos, sociais, afetivos e psicomotores dos alunos. A pesquisa é de revisão bibliográfica, tratando do despreparo dos professores frente à inclusão de pessoas com deficiência. Conclui-se então, a importância do professor de Educação Física como fator contribuinte no processo de desenvolvimento e relacionamento das pessoas com deficiência.

Palavras chave: Educação adaptada, Inclusão, Deficiente.
 Disponível neste LINK


segunda-feira, 20 de setembro de 2010

A legislação educacional que trata da inclusão

1. Constituição de 1988 (consultar o artigo 208)

2. Lei 7.853, de 1989, dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social

3. Estatuto da Criança e do adolescente, de 1990

4. Íntegra da Declaração de Salamanca, de 10 de junho de 1994, sobre princípios, políticas e práticas na área das necessidades educacionais especiais

5. Capítulo da LDB, de 1996, sobre a Educação Especial

6. Decreto nº. 3.298, de 1999, regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência

7. A lei 10.172, de 2001, aprova o Plano Nacional de Educação que estabelece vinte e oito objetivos e metas para a educação das pessoas com necessidades educacionais especiais

8. Resolução número 2, de 11 de setembro de 2001 que institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica

9. Íntegra do Decreto no. 3.956, de outubro de 2001, que promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência (Convenção da Guatemala)

10. Resolução do Conselho Nacional de Educação nº1/2002, define que as universidades devem prever em sua organização curricular formação dos professores voltada para a atenção à diversidade e que contemple conhecimentos sobre as especificidades dos alunos com necessidades educacionais especiais

11. A lei nº 10.436/02 reconhece a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de
comunicação e expressão

12. Decreto No. 5.626/05 – Dispõe sobre a inclusão da Libras como disciplina curricular, a formação e a certificação de professor, instrutor e tradutor/intérprete de Libras

13. Decreto número 6.571, de 17 de setembro de 2008, que dispõe sobre o atendimento educacional especializado

14. A Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva


Disponível neste LINK




domingo, 19 de setembro de 2010

Informações e Notícias

Informações disponíveis para consultas.

Inclusão marca a temática do Seminário de Educação



“Aprendendo a Incluir e Incluindo para aprender” é o tema do VII Seminário da Educação, realizado pelo SESC, em parceria com as Faculdades INTA, Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA) e Prefeitura de Sobral. O Seminário de Educação acontecerá em Sobral-CE, nos dias 01 e 02 de outubro, às 19h, no Centro de Convenções, reunindo educadores de todo o Ceará. O evento busca oportunizar aos educadores um espaço de interlocução entre todos os participantes para o compartilhamento de vivências profissionais no desafio da Inclusão Escolar. Inscrições e informações até 28 de setembro: (88) 3611.0827 e 3611.3132.



O Seminário de Educação traz neste ano a participação especial da palestrante Isabel Parolin, Pedagoga pela PUC-SP, Mestre em Psicologia da Educação pela PUC-SP, Psicopedagoga Clínica, Consultora Institucional de Escolas Públicas e Privadas e autora de artigos em livros, revistas, jornais e sites de temas relacionados à aprendizagem e à educação.



Com programação direcionada a educadores e demais profissionais que atuam na área de Educação, o evento contará com uma oferta de 12 minicursos sobre temas pertinentes à boa qualidade da atuação do professor na sala de aula e ao rendimento do aprendizado do aluno. Antes, no dia 30 de setembro, Isabel Parolin ministrará a palestra “Quem tempo de educar: Pais Educadores”, no Centro de Convenções, às 19h, aberta ao público. A palestra será dirigida aos pais de alunos como reflexão e orientação sobre as formas que os pais podem readquirir no processo de educação dos seus filhos, na formação de cidadãos capazes de atuarem eticamente na sociedade.



Minicursos do Seminário de Educação

Dislexia e Distúrbios de Aprendizagem: Mitos e verdades que todo professor deve saber.

Inclusão escolar: Sonho ou Realidade.

Distúrbios de Conduta e de Aprendizagem: Diagnóstico e Tratamento.

Como a formação do professor pode influenciar no rendimento do aluno.

Problemas de Aprendizagem: O que se passa na cabeça da criança.

A hiperatividade como causa do insucesso escolar.

O jogo como ferramenta para o aprendizado escolar.

Família, professor e Escola: Vínculos afetivos, auto estima, aprendizagem e limites.

Educação: Limites e afetividade.

A arte de contar histórias e sua importância na aprendizagem.

Alfabetização: Distúrbios de aprendizagem ou equívoco no processo de ensino.

A arte de conviver e aprender “o caminho do conhecimento”.

Informações e inscrições

O Seminário de Educação tem inscrições abertas de 8 a 28 de setembro.

SESC Centro
Praça Dep. Francisco Monte, 902. Centro
(Pça São Francisco) Sobral-CE
Tel: (88) 3611.3132 e 3611.0954


Escola Educar SESC
Rua Dom Lourenço, 855. Campo dos Velhos
Sobral-CE
Tel: (88) 3611.0827

Disponível neste LINK

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Volei Sentado

Algumas diferenças entre as Regras do Voleibol Sentado e o Voleibol

Voleibol Sentado


1 - O tamanho quadra de jogo mede 10m x 6m

2 - As linhas de ataque são desenhadas a 2m de distância do eixo da linha central.

3 - A rede tem 6.50 a 7.00m de comprimento e 0.80 de largura.

4 - A altura da rede é de 1.15m para homens e 1.05m para mulheres. As antenas estendem-se 100cm acima do bordo superior da rede.

5 - O equipamento dos jogadores no Voleibol Para-olímpico pode incluir calças compridas. Não é permitido sentar sobre material espesso. Não é necessário ter número nos calções ou calças.

6 - Uma equipe consiste de no máximo 12 jogadores incluindo de no máximo 2 jogadores classificados como “inabilidade mínima”, um técnico, um assistente técnico, um preparador físico, e um doutor médico.

- Os seis jogadores em quadra podem incluir no máximo um jogador com “inabilidade mínima”.

7- As posições dos jogadores em quadra são determinadas e controladas pelas posições dos seus glúteos. Isto significa que a(s) mão(s) e / ou perna(s) dos jogadores podem estender-se na zona de ataque (jogador da linha de fundo no golpe de ataque), na quadra (sacador durante o golpe do saque), ou na zona livre do lado de fora da quadra (qualquer jogador durante o golpe de saque).

8 - No momento do(a) sacador(a) golpear a bola, ele/ela deve estar na zona de saque e seus glúteos não devem tocar a quadra (linha final inclusive).

9 - Tocar a quadra adversária com pé(s)/pernas é permitido em qualquer momento durante o jogo, desde que o jogador não interfira com a jogada do oponente. O jogador deverá retornar com o(s) pé(s)/pernas diretamente para sua própria quadra.

- Contatar a quadra adversária com qualquer outra parte do corpo é proibido.

10 - Aos jogadores da linha de ataque é permitido completar um golpe de ataque do saque ao adversário, quando a bola estiver na zona de ataque e completamente acima do topo da rede.

11 - Um jogador de defesa pode realizar qualquer tipo de golpe de ataque de qualquer altura, desde que no momento do golpe os glúteos do jogador não toque ou cruzem sobre a linha de ataque.

12 - Jogadores da linha de frente estão permitidos de bloquear o saque adversário.

13 - O jogador deve ter contato com a quadra com a parte do corpo entre o ombro e os glúteos em todos os momentos quando tocar a bola. É proibido erguer-se, pôr-se de pé ou dar passadas.

Uma pequena perda de contato com a quadra é permitida para jogar a bola, excluindo-se o saque, o bloqueio e golpe de ataque, quando a bola estiver completamente mais alta que o topo da rede.

14 - O primeiro árbitro realiza suas funções de pé no solo no poste em uma das extremidades da rede.


Voleibol

1A - O tamanho quadra de jogo mede 18m x 9m.

2A - As linhas de ataque são desenhadas a 3m de distância do eixo da linha central.

3A - A rede tem. 9,50 a 10.00m de comprimento e 1m de largura.

4A - A altura da rede é de 2.43 para homens e 2.24 para mulheres. As antenas estendem-se 0.80cm.

6A - Uma equipe consiste de no máximo 12 jogadores, um técnico, um assistente técnico, um preparador físico, e um doutor médico.

7A - As posições dos jogadores em quadra são determinadas e controladas pelas posições dos seus pés em contato com o solo.

8A - No momento do(a) sacador(a) golpear a bola no saque ou decolar (para saque em suspensão), o(s) seus pé(s) não devem tocar a quadra (linha de fundo inclusive). Após este golpe, o sacador pode pisar ou aterrissar fora da zona de saque ou dentro da quadra.

9A - Tocar a quadra adversária com a mão ou pé(s) é permitido desde que alguma parte de suas mãos e pés permaneçam em contato ou diretamente acima da linha central.

- Contatar a quadra adversária com qualquer outra parte do corpo é proibido.

10A - Completar um golpe de ataque do saque do adversário é falta, quando a bola estiver na zona de ataque e completamente acima do topo da rede.

11A - Um jogador de defesa pode realizar um golpe de ataque, exceto: a) os seus pés contatem ou ultrapassem a linha de ataque na decolagem e, b) no momento do golpe a bola esteja inteiramente acima do topo da rede.

12A - Bloquear o saque adversário é uma falta de bloqueio

14A - O primeiro árbitro realiza suas funções sentado ou de pé na plataforma de árbitro localizada em uma das extremidades da rede

Sua visão deve estar aproximadamente 50 cm acima da rede



Fonte: Paraolímpicos do futuro

Autores:
Antonio João Menescal Conde
Professor de Educação Física do Instituto Benjamin Constant
Secretário-Geral da Confederação Brasileira de Desportos para Cegos
Diretor Técnico da International Blind Sports Federation


Pedro Américo de Souza Sobrinho
Graduação em Educação Física pela UFMG
Especialização: Reabilitação e Esporte Adaptado, pelo Instituto de Reabilitação e Esporte
Adaptado da Universidade Alemã de Educação Física e Esporte de Colônia – Deutsche Sporthochschule Köln (Alemanha)
Estágio, durante 1 ano, na área de Basquetebol em Cadeira de Rodas com o Dr. Horst Strohkendl
Mestrado: Ciências da Educação, pela Universidade Johann Wolfgang-Goethe (Frankfurt – Alemanha), com subáreas em Educação Física Adaptada, Pedagogia Especial e Pedagogia Terapêutica e Psicologia, com tese sobre Estimulação Sensoriomotora em Crianças com Paralisia Cerebral e Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade
Doutorado: Ciências da Reabilitação, pelo Instituto de Reabilitação e Esporte Adaptado da Universidade Alemã de Educação Física e Esporte de Colônia (Alemanha), com áreas de concentração em Reabilitação e em Didática, com tese sobre Aspectos Motivacionais nas Terapias pelo Movimento e no Esporte de Reabilitação, doutorado reavaliado no Brasil na área de Ciências da Reabilitação


Vanilton Senatore
Licenciado em Educação Física pela PUC Campinas/SP, 1972
Professor concursado do GDF, desde 1974
Coordenador Adjunto da Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, 1987/1989
Diretor do Departamento de Desportos das Pessoas Portadoras de Deficiência – Secretaria
de Desportos da Presidência da República, 1990/1993
Coordenador Geral do Desporto Escolar do Comitê Paraolímpico Brasileiro