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Proporcionar ferramentas para ampliar conhecimento quanto a inclusão de pessoas com deficiência na educação física escolar e esportes, onde a partir da apropriação desse conhecimento através de artigos e informações se possibilite à acadêmicos e profissionais melhor atuação.

segunda-feira, 10 de abril de 2023

Atletismo Paralímpico.

     O atletismo paralímpico é praticado por atletas com deficiência física, visual ou intelectual. Ele é disputado em pistas oficiais de 400 metros, contendo 6 ou 8 raias, com piso adequado, sendo de borracha ou similar, seguindo as regras oficiais da modalidade (sugeridas pela CBAt, com suas adequações do World Parathletics). 

     O Atletismo contempla provas de pista e campo, além de provas de rua, sendo elas:


Provas de Pista:

     Velocidades : 100m, 200m, 400, rev. 4x400m e rev. 4x100m

     Meio fundo: 800m, 1.500m

     Fundo: 5.000, 10.000m

     Salto em distância

     Salto em altura

     Salto Triplo 


Provas de Campo:

     Lançamento de disco e club

     Lançamento de dardo

     Arremesso de peso

 

Provas de Rua 

     Maratona – 42km

     Meia Maratona – 21km

     10km

      Em comparação com o atletismo olímpico, o atletismo paralímpico não possui as provas de salto com vara, arremesso de martelo, além das corridas com barreira e obstáculos.


 Quem pode praticar?

      Deficientes visuais, deficientes intelectuais, amputados, paralisados cerebrais, lesados medulares, entre outras deficiências físicas.

A classificação na modalidade

     Os competidores são divididos em grupos de acordo com o grau de deficiência constatado pela classificação funcional. Os que disputam provas de pista (velocidade, meio fundo, fundo e saltos) e de rua (maratona), levam a letra T (Track) em sua classe:


T11 a T13 | Deficiências visuais

T20 |Deficiências intelectuais

T31 a T38 | Paralisados cerebrais (31 a 34 para cadeirantes: 35 a 38 para andantes)

T40 e T41 |Anões

T42 a T44 |Deficiência nos membros inferiores

T45 a T47 |Deficiência nos membros superiores

T51 a T54 |Competem em cadeiras de rodas

T61 a T64 |Amputados de membros inferiores com prótese

     Já os atletas que fazem provas de campo (arremessos, lançamentos) são identificados com a letra F (Field) na classificação:


F11 a F13 | Deficiências visuais

F20 | Deficiências intelectuais

F31 a F38 | Paralisados cerebrais (31 a 34 para cadeirantes: 35 a 38 para andantes)

F40 e F41 | Baixa Estatura

F42 a F46 | Amputados ou deficiência nos membros superiores ou inferiores (F42 a F44 para membros inferiores e F45 a F46 para membros superiores)

F51 A F57 | Competem em cadeiras de rodas (sequelas de poliomielite, lesões medulares, amputações).

 

     Sobre os atletas com deficiências visuais temos:

Atleta-guia e apoio

T11 | Corre ao lado do atleta-guia e usa o cordão de ligação. No salto em distância, é auxiliado por um apoio.

T12 | Atleta-guia e apoio, no salto, são opcionais.

T13 | Não pode usar atleta-guia e nem ser auxiliado por um apoio no salto.


A modalidade no Brasil

     O atletismo é gerido nacionalmente pelo Comitê Paralímpico Brasileiro, que atua também como confederação desta modalidade. Mais informações em www.cpb.org.br.


terça-feira, 14 de março de 2023

Brasil encerra Aberto Paralímpico de tênis de mesa com 10 medalhas na Espanha.

Aberto Paralímpico de tênis de mesa da Espanha, disputado em Platja D'Aro, entre os dias 9 e 11 de março, contou com dez pódios brasileiros. Foram três ouros, duas pratas e cinco bronzes. 

No último dia da competição, 11, nas duplas mistas, Bruna Alexandre e Paulo Henrique Fonseca conquistaram o ouro na classe 17-20. Já Israel Stroh e Paulo Salmin ficaram com a prata na classe 14. Paulo Henrique Fonseca também voltou ao pódio após conquistar o bronze ao lado do Belga Ben Despineux, pela classe 14.

Outra atleta do Brasil a conquistar bronze no sábado foi Joyce Oliveira. Ela ficou em terceiro lugar em duas oportunidades. Em ambas, com compatriotas: Thais Severo, nos jogos da classe 5 e com Fábio Silva na disputa da classe 7-10. Marliane Santos, que contou com a parceria de Caroline Odaia Tabib, de Israel, também ficou com o terceiro lugar na classe 5. 

''Primeiro campeonato do ano e a primeira vez que joguei duplas com o Paulo Henrique. Jogamos contra duplas diferentes, com diversos estilos de jogos. Foi um campeonato positivo. É uma grande preparação para as próximas competições, visando Paris 2024'', explicou Bruna Alexandre, que também foi ouro na chave de simples (classe 10). 

''Estou muito feliz com o resultado. Jogamos bem e superamos as adversidades quando foi preciso. Mesmo com alguns pequenos erros, conseguimos consertar na mesa e conquistamos essa medalha'', declarou Paulo Henrique. 

No final, os brasileiros venceram a dupla espanhola Ander Cepas e Olaia Martinez, por 3 sets a 1 (9/11, 11/5, 13/11 e 11/7) e subiram ao lugar mais alto do pódio.

Prata para Israel Stroh e Paulo Salmin e bronze para Paulo Henrique na classe 14
A única medalha de prata brasileira do dia ficou por conta da dupla Paulo Salmin e Israel Stroh. Os brasileiros enfrentaram os franceses Esteban Herrault e Clement Berthier na final da classe 14. No fim, melhor para os adversários, que conquistaram o ouro com 3 sets a 1 no placar, com parciais de 11/8, 11/9, 7/11 e 6/11.

Antes disso, nas semifinais, a dupla brasileira deixou para trás outro atleta de nosso país: Paulo Henrique Fonseca, que fazia dupla com o belga Ben Despineux: 3 sets a 2. O resultado garantiu a medalha de bronze para Paulo.

Joyce Oliveira sobe ao pódio pela terceira vez na Espanha e Marliane Santos conquista o bronze
Após conquistar o terceiro lugar no individual, foi a vez de Joyce chegar às semifinais em duplas. E isso aconteceu duas vezes no Aberto Paralímpico da Espanha.

Na dupla com Thais Severo, derrota para Gyu Lee Mi e Kyoung Shin Mi, da Coreia do Sul, por 3 sets a 0.

Já pela classe 7-10, Joyce Oliveira e Fábio Silva sofreram um revés por 3 a 1 para a dupla Thomas Oliver Bruecchle e Sandra Mikolaschek, da Alemanha. Marliane Santos, que jogou com Caroline Odaia Tabib, de Israel, foi superada nas semifinais da classe 5 e também ficou com o bronze.

Outros resultados do Brasil na Espanha
O Brasil teve um representante na fase única da disputa da classe 22 de duplas masculinas. Thiago Gomes contou com a parceria de Timo Averjanov, da Finlândia e ficou com a terceira colocação do grupo. 

Disputando os jogos da classe 4, Iranildo Espindola e Guilherme Costa chegaram até a fase de quartas de final, mas foram superados por Young Dae Joo e Chang Young Kang, da Coreia do Sul por 3 sets a 0.

Já Fábio Silva se despediu da disputa de duplas na classe 8 após sofrer revés por 3 sets a 1 para a dupla Jan Guertler e Thomás Bruechle, da Alemanha. O brasileiro fez dupla com Jae Park, da Coreia do Sul).

Simples
O Brasil conquistou outras medalhas em disputas individuais: Bruna Alexandre e Israel Stroh (ouro), Thais Severo (prata) e Joyce Oliveira (bronze). 

*Com informações da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM).

Patrocínios
O tênis de mesa é uma modalidade patrocinada pelas Loterias Caixa.

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
A atleta Bruna Alexandre é integrante do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa que beneficia 91 atletas.

Time São Paulo
A atleta Bruna Alexandre é integrante do Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 106 atletas de 14 modalidades.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br) 

terça-feira, 7 de março de 2023

Circuito Loterias Caixa de halterofilismo se encerra com dois recordes nacionais quebrados

 

1ª Fase Nacional do Circuito Loterias Caixa de halterofilismo se encerrou neste domingo, 5, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, com dois recordes nacionais quebrados. 

Além da nova marca brasileira estabelecida pela paulista e campeã paralímpica Mariana D’Andrea, na categoria até 79 kg, no sábado, 4, em prova transmitida pelo YouTube e Facebook do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), houve também um novo recorde registrado na categoria masculina acima de 107 kg, neste domingo. 

O carioca Gustavo de Souza, 23, representante da Associação Desportiva Almirante Adalberto Nunes (ADAAN/RJ), levantou 212 kg na competição e superou sua própria marca de 205 kg, alcançada em uma das etapas do Meeting Loterias Caixa de halterofilismo de 2022, disputada também no CT Paralímpico, na capital paulista, no último mês de dezembro. 

Os 212 kg foram suportados na segunda tentativa de Gustavo. O carioca ainda tentou levantar 218 kg em seu terceiro e último movimento, porém a arbitragem o invalidou. Caso tivesse a marca validada, o halterofilista atingiria o índice para disputar o Mundial de halterofilismo de Dubai 2023, marcado entre os dias 22 e 30 de agosto.

“Já estava trabalhando para buscar os 218 kg. Consegui fazer os 212 kg tranquilamente, mas a marca para o Mundial vai ficar para o Brasileiro [de halterofilismo, que vai ser disputado em abril, no CT Paralímpico]. Nos treinos, já levanto 218 kg. Agora, preciso fazer alguns ajustes técnicos e ter mais intimidade com a carga para realizar o movimento perfeito”, analisou o atleta, que teve a perna direita amputada por ter nascido com má-formação no membro.  

A 1ª Fase Nacional do Circuito Loterias Caixa de halterofilismo teve 118 atletas inscritos, entre eles, halterofilistas que representaram o Brasil nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020. Além do Circuito, o Campeonato Brasileiro, que ocorrerá nos próximos dias 14 e 15 de abril, no CT Paralímpico, será outra oportunidade para os atletas atingirem índice ao Mundial da modalidade.

Patrocínios
O halterofilismo é uma modalidade patrocinada pelas Loterias Caixa.

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
A atleta Mariana D'Andrea é integrante do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa que beneficia 91 atletas.

Time São Paulo
A atleta Mariana D'Andrea é integrante do Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 106 atletas de 14 modalidades.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

domingo, 19 de fevereiro de 2023

CPB lança Código Nacional de Classificação Esportiva Paralímpica.


     O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) lançou nesta sexta-feira, 17, o Código Nacional de Classificação Esportiva Paralímpica (CNCEP), durante live realizada nas dependências do Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.


     O material tem por objetivo padronizar as regras, políticas, e procedimentos da Classificação Esportiva Paralímpica em todo o território nacional. O guia vai servir de base para todas as modalidades paralímpicas e foi aprovado pelo Conselho de Atletas do CPB e por um Conselho Técnico formado por representantes de cada confederação dos esportes integrantes do programa dos Jogos Paralímpicos.

BAIXE AQUI O CÓDIGO NACIONAL DE CLASSIFICAÇÃO ESPORTIVA

     "Esta é mais uma ação do Comitê Paralímpico Brasileiro que contribui com a profissionalização do Movimento Paralímpico em todo o território nacional e, consequentemente, na inclusão da pessoa com deficiência na sociedade, uma das nossas missões como instituição. Além disso, com esse Código Nacional, conseguimos atingir um maior aproveitamento do potencial das pessoas com deficiência para a prática desportiva", afirmou Mizael Conrado, bicampeão paralímpico de futebol de cegos (Atenas 2004 e Pequim 2008) e presidente do CPB.

     O Código Nacional de Classificação Esportiva vai abranger todos os tipos de avaliação – funcional, oftalmológica e intelectual. Vai ser aplicável a competições regionais e nacionais organizadas ou chanceladas pelo CPB e entidades nacionais. 

     A elaboração deste documento obedeceu às diretrizes do Código Internacional de Classificação Esportiva do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês). 

     "A ideia é a gente conseguir unificar a Classificação e ter um documento de suporte para todas as entidades nacionais que atuam no Movimento Paralímpico. O Código vai servir como um instrumento de base para que todos possam seguir os protocolos, as diretrizes e as políticas da Classificação. E, mais do que isso, é conseguir levar a informação sobre o Código Internacional para todos os envolvidos no esporte paralímpico, como atletas, fisioterapeutas, treinadores, gestores etc", completou João Paulo Casteleti, coordenador de Classificação do CPB.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

Paris 2024 apresenta pictogramas da próxima edição dos Jogos Paralímpicos.


     O Comitê Organizador dos Jogos Paralímpicos de Paris 2024 apresentou a identidade visual e os pictogramas de cada uma das modalidades presentes no megaevento, que ocorrerá na capital francesa, entre os dias 28 de agosto e 4 de setembro do ano que vem. 


   De acordo com o Comitê, todo o projeto representa "a elegância e a criatividade da arte francesa, trasmitindo a ambição inovadora e ousada de Paris 2024". Representados sob as formas de brasões, os desenhos também simbolizam uma inovação estilística, que celebra a união das diferentes comunidades esportivas durante os Jogos. 

     O programa do megaevento será composto por 22 modalidades: badminton, bocha, futebol de cegos, goalball, judô, canoagem, hipismo, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, esgrima em cadeira de rodas, basquete em cadeira de rodas, tiro com arco, atletismo, halterofilismo, vôlei sentado, natação, remo, tiro esportivo, taekwondo, triatlo, rúgbi em cadeira de rodas e ciclismo. No entanto, há 23 pictogramas, pois o Comitê Organizador fez um para o ciclismo de estrada e outro para o de pista. 

     A tabela completa dos Jogos de Paris 2024, com o horário local, está disponível neste link e sujeita a alterações até o final do evento. A capital francesa está quatro horas à frente de Brasília. 

     As provas terão início no dia seguinte à cerimônia de abertura, no dia 29 de agosto de 2024, uma quinta-feira, com disputas de rúgbi em cadeira de rodas, taekwondo, tiro com arco, bocha, tênis de mesa, goalball, basquete em cadeira de rodas, badminton, natação, vôlei sentado e ciclismo. 

     As primeiras medalhas serão entregues neste mesmo dia no taekwondo (três medalhas), natação (16 medalhas) e ciclismo (quatro medalhas). Ao todo, 23 medalhas serão entregues no dia 29 de agosto. 

     A competição contará com um número recorde de medalhas para mulheres. No dia 8 de setembro, o último do megaevento, a maioria das disputas será feminina. Quatorze medalhas serão concedidas para elas, em disputas de basquete em cadeira de rodas, halterofilismo, atletismo e canoagem. 

Os ingressos para os Jogos de Paris 2024 começarão a ser vendidos ainda neste ano, com valores a partir de 15 euros (aproximadamente R$ 83 na cotação atual). 

*Com informações do Comitê Paralímpico Internacional (IPC).
 
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

CT Paralímpico sedia 1ª edição do Campeonato Brasileiro de Natação sub-20

 

     O Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, recebe a 1ª edição do Campeonato Brasileiro de natação sub-20 no próximo final de semana, 11 e 12 de fevereiro. O  evento abrirá o calendário de competições do local neste ano. 

     Ao todo, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) recebeu 162 inscrições, Entre os destaques está Samuel de Oliveira, o Samuka, 17, campeão mundial na Ilha da Madeira, Portugal, no último mês de junho. 

     Os inscritos têm entre 12 e 20 anos de idade e estão regularmente cadastrados no CPB, com classificação esportiva (nível nacional ou internacional). Além disso, participaram de algum evento nacional/regional homologado pelo Comitê em 2022.

     As categorias foram definidas por idade, conforme o regulamento do evento:  

Categoria A - Masculino e feminino, nascidos entre 01 de janeiro de 2003 e 31 de dezembro de 2004;  

Categoria B - Masculino e feminino, nascidos entre 01 de janeiro de 2005 e 31 de dezembro de 2007;

Categoria C – Masculino e feminino, nascidos entre 01 de janeiro de 2008 a 31 de dezembro de 2010. 

     O programa da competição será composto pelas seguintes provas, divididas em quatro etapas nos dois dias de disputas:


1ª ETAPA

400m livre (S6 a S13)

50m costas (S1 a S5)

200m medley (SM5-SM14) 


2ª ETAPA

50m livre (S3 a S13)

100m peito (SB4 a SB14)

50m borboleta (S5 a S7) 


3ª ETAPA

200m livre (S1 a S5 e S14)

100m costas (S1-S2 e S6 a S14)

150m medley (SM3 – SM4) 


4ª ETAPA

100m livre (S3 a S14)

50m peito (SB3)

100m borboleta (S8 a S14)


O Brasileiro de natação sub-20 tem o objetivo de potencializar os jovens atletas da modalidade, sobretudo, oportunizar uma competição mais seleta e exclusiva para este grupo de competidores.

Desta forma, o Departamento de Esportes de Alto Rendimento (DEAR) do CPB  fortalecerá um dos objetivos estratégicos do Comitê, que é o de aumentar o número de jovens atuantes no paradesporto nacional. Para mais informações, clique aqui. 

Patrocínio

A natação é uma modalidade patrocinada pelas Loterias Caixa.

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível 

     O atleta Samuel de Oliveira é integrante do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa que beneficia 91 atletas.

     Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte Comitê Paralímpico Brasileiro

sexta-feira, 27 de maio de 2022

XXIII edição das Olimpíadas Especiais das APAEs


      A Federação Nacional das Apaes (Fenapaes) promove, desde 1973, as Olimpíadas Especiais das Apaes, cujo objetivo é estimular a ação participativa e integrada de atletas, profissionais, dirigentes e familiares, atráves do esporte e lazer em um ambiente competitivo.

     A Edição Regional Sobral acontece no dia 04 de junho no Centro de Ciências da Saúde (CCS) e Vila Olímpica de Sobral, Cerca de 1.100 participantes são esperados para a competição, entre atletas, juízes, coordenadores, familiares e diversos profissionais.

     Confira a programação:


 

sábado, 21 de setembro de 2019

      Por meio da Secretaria dos Direitos Humanos, Habitação e Assistência Social (Sedhas) e do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CMDPD), realizará, de 21 a 27 de setembro, a XI Semana da Pessoa com Deficiência, que terá como tema "Pessoa com deficiência - direitos, desafios e realizações".
     A programação contará com exposição fotográfica, caminhada, sessão especial na Câmara dos Vereadores e a cerimônia de entrega do Selo de Acessibilidade, reconhecimento às empresas, entidades governamentais e instituições sociais que promovem a inclusão, em três categorias (Ouro, Prata e Bronze), de acordo com pontuação aferida por uma comissão do Conselho. Serão agraciadas, em 2019, a Faculdade Pitágoras, o Centro Clínico Plasfran, a Escola Edgar Linhares, o Serviço Social dos Transportes/Serviço Social da Aprendizagem no Transporte (SEST-SENAT), o Laboratório Clínico de Sobral, o CEI Jacyra Pimentel, a Defensoria Pública Geral do Estado, a Casa do Cidadão, a Escola de Música de Sobral e a Coordenadoria Regional da Educação (CREDE 6). 

     Para o coordenador dos Direitos Humanos da Sedhas, Chiquinho Silva, "a realização de mais uma Semana da Pessoa com Deficiência, em parceria com o Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, é uma forma de unir forças, governo e sociedade civil na construção de estratégias de superação dos desafios dos 43 mil cidadãos sobralenses com algum tipo de deficiência. A décima primeira semana será um momento de sensibilização da sociedade sobralense e tem o total compromisso da gestão em implementar políticas publicas efetivas para essa parcela da população, que passa a ser vista como sujeito de direitos".

terça-feira, 20 de março de 2018

Começa nessa sexta, o maior Circuito Paralímpico 2018 da América Latina

     De 23 a 25 de março, o Circuito Loterias Caixa faz sua terceira parada, desta vez em Aracaju (SE), para a etapa regional Norte-Nordeste de Atletismo, Halterofilismo e Natação. As etapas São Paulo e Rio-Sul foram realizadas no final de fevereiro e início de março, respectivamente. Ao todo 414 atletas estão inscritos para a fase Norte-Nordeste: 218 no atletismo, 107 na natação e 89 no halterofilismo.

     A Associação Cearense do Esporte Adaptado levara sua delegação representando nosso estado do Ceará com 6 atletas na natação e 3 de atletismo, o destaque da equipe é o atleta Pedro Thalysson da natação com apenas 14 anos uma revelação do projeto social da comunidade trilhos do senhor que irá pela primeira vez a um circuito nacional.

     Além das competições das três modalidades, a etapa Norte-Nordeste do Circuito Loterias Caixa contará com a experimentação de esgrima em cadeira de rodas. O atleta Jovane Guissone, campeão paralímpico em Londres 2012 na espada B (para atletas com menor mobilidade de tronco), e o técnico nacional da modalidade, Ivan Schwantes, estarão presentes. O objetivo é disseminar a esgrima pela região Nordeste, proporcionar aos competidores a vivência na esgrima e detectar novos talentos.

O Circuito

     O Circuito Caixa Loterias é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, halterofilismo e natação. Composto por quatro fases regionais e duas nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país. Em 2018, as disputas das fases nacionais serão separadas por modalidade - haverá ainda um Campeonato Brasileiro de cada esporte.

domingo, 24 de maio de 2015

Uberlândia recebe mais de 500 atletas paralímpicos para etapa regional do Circuito Caixa Loterias

Atleta realiza arremesso de peso em Uberlândia

     Começa na próxima sexta-feira, 29, em Uberlândia, Minas Gerais, o Circuito Caixa Loterias – etapa regional Centro-Leste. A competição terá provas de atletismo, natação e halterofilismo e, em três dias, vai envolver mais de 500 atletas das três modalidades. Dos participantes, 301 são do atletismo, 102 são nadadores e 119 são halterofilistas.
     Esta será a última etapa regional de atletismo e natação do ano. Em Uberlândia serão definidos os representantes de Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal nas três fases nacionais, que serão disputadas no segundo semestre, em São Paulo. Para isso, os competidores precisam cumprir os índices estabelecidos pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), que são baseados em rankings nacionais e internacionais das modalidades.
     Já no halterofilismo, as disputas na cidade mineira têm caráter nacional e contarão com atletas de todas as regiões do país. As provas terão um sabor especial também por ser a última competição antes dos Jogos Parapan-Americanos de Toronto. A lista com os convocados para os Jogos só será divulgada no dia 1º de junho, mas é garantido que os representantes do Brasil na modalidade em Toronto estarão competindo em Uberlândia.
     O coordenador da modalidade no CPB, Felipe Dias, assegura que os atletas não serão testados na etapa do Circuito, mas sim, observados pela comissão técnica. “Depois do Regional das Américas [no México, em abril], já definimos muita coisa. Agora esses atletas devem apenas manter o nível de competição deles”, resumiu.